São tantas cores.
Tantas coisas.
Que me perco.
São tantas vozes.
Tantos olhares.
Que não sei para onde seguir.
E olhando daqui, não sou aquilo que deveria ser.
E bate um medo.
Medo de não ser aquilo que eu queria ser.
Mas são tantas cores!
Tantos sons!
Para onde devo ir?
Da minha janela eu vejo um mundo...
E sinto o vento...
E vejo pássaros!
A! O que eu queria mesmo era voar...
Voar como o vento.
Sobre as planícies, sobre as águas.
Tocar com a ponta dos dedos a superfície de um lago e ver se formar pequenos círculos.
O que eu queria mesmo era voar...
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